sexta-feira, 25 de maio de 2012

Para Ler - Júlio e a Ira Dos Deuses

Feira do Livro ESTEIO A autora Márjorie Barth e Editora Rígel convidam para o lançamentos dos livros: A SAGA DE JÚLIO NO PARQUE DOS DELÍRIOS Dia 26 de maio às 17 horas JÚLIO E A IRA DOS DEUSES Dia 30 de maio às 15 horas Rua Garibaldi (Rua Coberta) - Centro Realização Prefeitura Minicipal de Esteio
 Para Ler - Júlio e a Ira Dos Deuses
Para Ler - Júlio e a Ira Dos Deuses
ISBN 8573491175
Autora Marjorie Barth
Formato:16x23cm - 36 págs - Peso:0,100 Ano:2012
Para Ler - Júlio e a Ira Dos Deuses

ISBN:8573491175
EAN/ISBN-13:9788573491173
Editora Rígel & LivrosBrasil
DISPONÍVEL

Feira do Livro ESTEIO A autora Márjorie Barth e Editora Rígel convidam para o lançamentos dos livros: A SAGA DE JÚLIO NO PARQUE DOS DELÍRIOS Dia 26 de maio às 17 horas JÚLIO E A IRA DOS DEUSES Dia 30 de maio às 15 horas Rua Garibaldi (Rua Coberta) - Centro Realização Prefeitura Minicipal de Esteio

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Produção de Organismos Aquáticos - Uma Visão Geral no Brasil e No Mundo


ISBN 8598934070 Autor Nelson Mauricio Lopera-Barrero e Outros
Formato:23x26cm 320 Págs kg: 0,475 Ano: 2011
Produção de Organismos Aquáticos - Uma Visão Geral no Brasil e No Mundo


ISBN:8598934070
EAN/ISBN-13:9788598934075
Editora Rígel & LivrosBrasil
À venda na Livraria da Folha e nas principais livrarias do Brasil.
DISPONÍVEL

AUTORES:
Nelson Mauricio Lopera-barreto,
Ricardo Pereira Ribeiro,
Jayme Aparecido Povh,
Lauro Daniel Vargas Mendes e
Angela Rocio Poveda-Parra
ISBN:978-85-98934-07-5

Produção de Organismos Aquáticos - Uma Visão Geral no Brasil e no Mundo SUMÁRIO CAPÍTULO 1 – A AQUICULTURA NO MUNDO 13 1 Produção geral da pesca e aquicultura mundial 13 2 Produção aquícola mundial nos diferentes ambientes aquáticos 22 3 Produção aquícola mundial por agrupamento regional 27 4 Produção aquícola mundial por grupos cultivados 28 5 Produção aquícola mundial por espécies cultivadas 48 6 Ranking dos quarenta principais países produtores da aquicultura mundial e receitas 58 7 Consumo per capita no mundo 61 8 A aquicultura em cada continente 63 CAPÍTULO 2 – O BRASIL NA PRODUÇÃO AQUÍCOLA MUNDIAL 97 1 Produção geral da pesca e aquicultura no Brasil 97 2 Produção aquícola brasileira nos diferentes ambientes aquáticos 102 3 Produção aquícola brasileira por grupos cultivados 105 4 Produção da aquicultura brasileira por espécies cultivadas 118 5 Produção aquícola brasileira por região 132 CAPÍTULO 3 – AS PRINCIPAIS ESPÉCIES PRODUZIDAS NO BRASIL 143 1 Principais espécies da aquicultura brasileira 143 CAPÍTULO 4 – A SITUAÇÃO DAS INDÚSTRIAS E DA PRODUÇÃO DE RAÇÕES PARA ORGANISMOS AQUÁTICOS NO BRASIL 207 1 Histórico 207 2 Indústria da alimentação animal no Brasil 210 3 Produção atual de rações para organismos aquáticos 213 CAPÍTULO 5 – SITUAÇÃO DA PESQUISA EM AQUICULTURA NO BRASIL 217 1 Áreas, grupos e linhas de pesquisa 217 2 Formação de recursos humanos 219 3 Bolsas de pesquisa 226 4 Produção científica 226 5 Grupos e eventos científicos 227 CAPÍTULO 6 – DIFICULDADES E PRIORIDADES DA AQUICULTURA NO BRASIL 229 1 Situação atual 229 2 Dificuldades 233 3 Prioridades 237 CAPÍTULO 7 – VISÃO DA AQUICULTURA NO BRASIL 243 1 Potencialidade aquícola 243 2 Principais espécies produzidas 244 3 Espécies potenciais 245 Considerações finais 247 CAPÍTULO 8 – PERSPECTIVAS DA AQUICULTURA NO BRASIL 249 REFERÊNCIAS 255 ANEXOS 291

Valor: R$ 50,00

Pedidos: vendas@livrosbrasil.com.br
 

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Literatura Cinema



http://www.livrosbrasil.com.br/_loja_exibir_produto.asp?art_no=8573491132  


ISBN 8573491132 Autor Frota Neto
Formato:14x21cm - 200 Págs - Peso: 280 Ano: 2011
Literatura & Cinema


  • ISBN:8573491132
  • EAN/ISBN-13:9788573491135 
  • DISPONÍVEL
Nesta Coletânea você tem: • Subsídios para um curso não ortodoxo de Administração • Cinema & Literatura e a Teoria da Decisão “Há algo de poderosamente humano no processo da tomada de uma decisão”, escreveu Steven Johnson no jornal The New York Times, ao comentar o livro How We Decide. • Relembranças do cinema e de filmes • E um “jogo para a memória” sobre cinema Rui Barbosa de Souza - Editor Valor: R$ 35,00

Você encontra nas melhores livraria... 
e/ou peça a editora  pedidos: vendas@livrosbrasil.com.br
 

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

BOVINOCULTURA DE CORTE: CADEIA PRODUTIVA & SISTEMAS DE PRODUCAO




ISBN 8598934089 Autor Júlio Otávio Jardim Barcellos
Formato:16x23cm - 256 págs - Peso: 0,450 Ano:2011
BOVINOCULTURA DE CORTE: CADEIA PRODUTIVA & SISTEMAS DE PRODUçãO


  • ISBN:8598934089
  • EAN/ISBN-13:9788598934082
  • DISPONÍVEL

  • SUMÁRIO
  • Capítulo 1 – Cadeia Produtiva e Estratégia
  • Capítulo 2 – Conjuntura da Atividade
  • Capítulo 3 – Gestão do Sistema de Produção
  • Capítulo 4 – Sistemas de Cria
  • Capítulo 5 – Miscelânea Seleção de novilhas de corte Importância da fonte de fósforo para bovinos de corte Melhoramento genético em bovinos de corte: uma reflexão Suplementação mineral e eficiência reprodutiva Feno – uma alternativa sustentável para os sistemas de cria Crescimento pós-desmame em bovinos de corte – bases para a qualidade futura
  •    Valor: R$ 45,00
    Pedidos: vendas@livrosbrasil.com.br

De 28 de outubro a 15 de novembro de 2011 Entrada franca Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil

FEIRA DO LIVRO ! Barraca / Banca / Estante ... * 106 *EDITORA RÍGEL & LIVROSBRASIL De 28 de outubro a 15 de novembro de 2011 Entrada franca Porto Alegre - Rio Grande do Sul - Brasil 
 

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Um Olhar Sobre a Legalidade - 1961






ISBN
8579120624
Autor
Ney Eduardo Possapp d´Avila

Formato: 14x21cm - 272 págs - Peso:0,375 Ano:2011

Um Olhar Sobre a Legalidade - 1961


ISBN/EAN-13:9788579120626

25 de Agosto a 7 de Setembro de 1961.

A História da Legalidade rememora os acontecimentos, em Porto Alegre, nos 13 dias que abalaram o Brasil, contextualizados com fatos no Rio Grande do Sul, no Brasil e no Mundo.
Também coloca "pingos" em alguns "is" entre eles:


  • No dia da renúncia de Jânio, 25 de Agosto, Jango não estava na China, estava em Cingapura;

  • Durante, a Legalidade a Base Aérea e o aeródromo militar não estavam em Gravataí, estavam ( e continuam até hoje ) em Canoas;

  • Jango partiu do Aeroporto (velho) São João para Brasília, não do Salgado Filho.


Valor: R$ 32,00

Pedidos: vendas@livrosbrasil.com.br

Bienal Internacional do Livro de Pernambuco | bienalpernambuco.com

Bienal Internacional do Livro de Pernambuco | bienalpernambuco.com

Estamos na Bienal do Livro: Recife - Pernambuco 2011.

http://www.bienalpernambuco.com/

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

Criança No Mundo Da Música - Uma Metodologia Para Educação Musical de Crianças, A

Autora Leda Osório Mársico







Criança No Mundo Da Música - Uma Metodologia Para Educação Musical de Crianças, A ISBN 857349008X Autora Leda Osório Mársico
EAN/ISBN-13:9788573490084 Formato:21X28cm - 168 págs -Peso:0,445 Ano:2011 Segunda edição
Criança No Mundo Da Música - Uma Metodologia Para Educação Musical de Crianças, A  DISPONÍVEL
Edição atualizada... A importância da música para a formação do ser humano é a preocupação central “A Criança no mundo da musica”. Trata-se de uma obra voltada para a educação no seu sentido mas abrangente. O livro apresenta, também, aspectos práticos interessantes na medida em que sugere atividades e exercícios simples que contribuem para a musicalização das crianças, ou ainda, quando orienta a formação e utilização de uma discoteca voltada para a formação musical. O CD anexo, como as canções apresentadas no texto, bem como as partituras acompanhadas das cifras que permitem acompanhamento ao violão de parte do material gravado, proporcionam a plena utilização do material didático. Trata-se, pois, de uma obra de leitura indispensável e obrigatória para todo aquele com responsabilidade na formação e educação musical de crianças.
 Valor: R$ 58,00 Bookmark and Share

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quinta-feira, 21 de julho de 2011

LICITAÇÃO DE LIVROS – UM PROCESSO ALEATÓRIO

Artigo de destaque desta semana...

Artigo:
LICITAÇÃO DE LIVROS – UM PROCESSO ALEATÓRIO
Data:
21/07/2011
Autor:
Volnyr Santos
Texto do Artigo

LICITAÇÃO DE LIVROS – UM PROCESSO ALEATÓRIO Volnyr Santos 1 É um fato de natureza pedagógica altamente elogiável a compra de livros para as bibliotecas das escolas municipais do Rio Grande do Sul, não só por representar uma preocupação com o precário acervo de que costumam dispor tais bibliotecas, mas, principalmente, pela relevância que a necessidade de ler assume presentemente, considerando que uma espécie de utilitarismo vulgar tem levado as pessoas carentes de leitura a crer que só o que tem utilidade imediata tem significado em relação a dinheiro, poder social e prazer. Esses dados negativos que permeiam a compra de livros, reforçam, por outro ângulo, um acentuado obscurantismo no processo de licitação. O fato não é novo. Diz o psicanalista Jurandir Costa Freire, a propósito dessa questão, que as pessoas, de modo geral, estão se tornando fúteis, vivendo de modo supérfluo, superficial e inconsistente. Acrescenta que “mudamos de crenças morais com a facilidade de quem não se leva a sério, não respeita a história de suas próprias convicções. O que estiver na banca de revista, em primeira página e de forma repetitiva, é bom, é desejável, é invejável. Em vez do comentário, da reflexão, decidimos o rumo da nossa vida moral na base da piada debochada, do humor de sarjeta, do elogio à ‘leveza tropical’, do faz de conta que há mais sabedoria na ignorância do que no conhecimento...” (In.: COUTO, José Geraldo. Quatro autores em busca do Brasil. Rio: Rocco, 2000, p. 48.) Ora, sabe-se que a leitura e, por extensão, o próprio conhecimento, pressupõe uma dimensão sociocultural em razão da importância que, ao longo do tempo, essa leitura tem tido (até quando?) nas comunidades que a valorizavam (e valorizam) como representação de uma relevante consciência social. Ao mesmo tempo, só podemos acompanhar a nossa própria dimensão histórica através dos conflitos humanos que a própria leitura surpreende no percurso que demarca o nosso futuro. Vista dessa perspectiva, a leitura reflete a cultura, já que ela só se dá na apreensão de uma realidade que a ultrapassa. Assim, o ato de ler corresponde a um diálogo complexo do qual fazem parte elementos escritos, literários ou não, incluídos, enquanto textos, o leitor, o autor, a realidade histórica e social e, naturalmente, o conhecimento. Esse conhecimento, que vem da leitura e dos vários fatores que estão nela implicados, para cujo acesso a escola deveria cooperar de forma atuante, não pode ser alcançado adequadamente em razão de uma outra realidade, já que a instrução generalizada das camadas urbanas provoca duas formas conflitantes quanto ao objetivo da leitura. Inicialmente, aquela que tem como interesse o simples lazer (o best seller, o livro de auto-ajuda, o texto de impacto), leituras que estimulam a fuga da realidade e a ilusão; num outro prisma, a literatura que tem como objeto o próprio saber; nesse caso, o leitor se apropria de certos conhecimentos que se fazem úteis à vida prática e, ao mesmo tempo, possibilitam alcançar espaços na vida social. 2 Já se disse que a escola é a ante-sala da vida burguesa. A educação, desde o seu começo, no século XVIII, vem servindo para permitir ao jovem o seu ingresso na vida social, naturalmente burguesa. Os elementos que conformam a visão de mundo escolar é naturalmente burguês, o que significa dizer que a escola abriga historicamente várias ideologias. Ler, portanto, significa o contato com as ideologias que são reconhecidas pelo uso intencional da linguagem, expressas no plano das idéias ditas ou subentendidas, nos modos de relação de personagens ou figuras históricas, na concepção e/ou fabricação mais ou menos sofisticada de um produto, na representação quase sempre refinada das hierarquizações, alcançando os ambientes ou os cenários, os meios de geração de simpatia ou antipatia, de prazer ou desprazer do leitor. Desse modo, alguém lê realmente quando é capaz de perceber intencionalidades, motivadas por combinações, propósitos ou ideologias. E isso dificilmente a escola ensina. Ler é, rigorosamente, adonar-se de um texto na sua composição escrita e na sua perspectiva crítica. 3 Um pressuposto embasa o que se vai ler adiante, em face dos processos licitatórios que ocorrem, com relativa freqüência, na aquisição de livros para as bibliotecas de escolas municipais. Imagina-se que, em se tratando de compra de livros – um permanente espaço de carência no Brasil –, a escolha de títulos deva apresentar critérios tais, que os livros selecionados devem conter uma estreita relação não só com a qualidade do texto, mas, principalmente, com a sua destinação a um leitor em formação, aproximando-o do conhecimento letrado. Frustrada imaginação. O que se pode ver por alguns dos títulos adquiridos, o problema da leitura nas escolas não possibilita, minimamente, a premissa de que os textos lidos possam trazer aos seus hipotéticos leitores uma perspectiva na qual a linguagem, a partir da representação que faz dos processos histórico-político-sociais, ofereçam uma visão típica da existência humana. De modo rigoroso, o que esses hipotéticos leitores poderão auferir da leitura da imensa maioria dos livros licitados é a representação de um mundo que (a) não estimula estados cognitivos; (b) não desenvolve a capacidade informativa; (c) não aprimora o juízo crítico e o gosto estético. Se esse estado de coisas é correto – a relação de alguns dos livros licitados será analisada nos seus objetivos – pode-se dizer, com absoluta segurança, que o leitor, no caso presente, não amplia a captação do discurso lógico e o prazer da linguagem afetiva, bem como não se forma nele uma personalidade agente e, ao mesmo tempo, sensível, o que, em outras palavras, significa dizer que esse hipotético leitor não intensifica sua sociabilidade, seja no plano interpessoal, seja na perspectiva intersubjetiva. (LUCAS, Fábio. Crepúsculo dos símbolos. Reflexões sobre o livro no Brasil, Campinas: Pontes, 1989.) Ao privilegiar a compra de livros, como os best-sellers, por exemplo, sabe-se que tais textos trazem na sua essência a idéia de objeto descartável, em razão de seu conteúdo absolutamente supérfluo. O best-seller “cria a excitação da mente e oferece a solução pacificadora, fazendo o leitor regredir ao repouso cerebral após o entretenimento fantasioso”. (Idem, ibidem, p. 66.). É, por isso, extremamente estranho que, numa licitação, sejam adquiridos livros de autores como J. J. Benitez com a interminável série Operação cavalo de Tróia e Stephen King e seus textos que visam apenas a suscitar o terror. Com os livros de Danielle Steel o que se vê (e lê) é o permanente interesse com a gratuidade literária. Com Sidney Sheldon, talvez o mais aquinhoado autor de best-sellers, e John Grisham e seus romances tempestuosos, mas descartáveis, avulta o nome de Dan Brown, o novo eleito midiático cujos livros se mostram, aparentemente, marcados por uma visão crítica da realidade, cuja leitura, no entanto, se frustra a cada novo título. O que espanta, em relação a eventuais e obscuros critérios de avaliação, é o fato de que, além dos malfadados best-sellers, abundam as publicações reconhecidas como livros de “auto-ajuda”, isto é, aquelas leituras que, nas palavras de Fábio Lucas, excitam o grande público. Não só os livros de inspiração religiosa ou moral que reelaboram o tema da esperança, mas também aqueles que lidam com uma pseudociência, gerando a presunção do saber para o controle dos negócios, da saúde, da beleza, da longevidade e de todos os atributos que possibilitam o sucesso nas relações, nos negócios, na sobrevivência, com a ilusão da perenidade. (LUCAS, Fábio. Op. cit. ). É de se perguntar se assuntos desse quilate podem interessar os leitores da escola de ensino fundamental, perdidos quase sempre nos seus naturais devaneios infantis. A “auto-ajuda” que pode ser haurida em livros que, pretensamente, induzem o leitor (haja maturidade!) a valer-se dos próprios recursos mentais e morais para superar questões de ordem prática, ou de natureza psicológica, vem de uma infinidade de autores que se sucedem nas listas dos “livros mais vendidos”. No caso da licitação que aqui é referida, são, de longe, os “livros mais comprados”. Se a leitura dos best-sellers se exaure com a consumição, já que lida com mitos inferiores, impregnados de idealismo e gratuidade, os de “auto-ajuda” caminham na direção da previsibilidade ou da factividade: sua leitura é de uma natureza mais ornamental do que funcional, quer se trate de Perdas e ganhos, de Lya Luft, quer se trate da imensa série de livros publicados por Nora Roberts ou do também prolífico Içami Tiba, ou mesmo, ainda, de Elisa Masselli. O que estarrece, no entanto, é o caráter pragmático e nitidamente esquizofrênico que determina a aquisição dos livros publicados pela Editora Vida e Consciência, que concentra os autores Marcelo Cezar, Meg Cabot, Mônica Castro, Ricky Medeiros e a tempestuosa Zíbia Gaspareto, esta última, com a aquisição, imagina-se, de toda a sua obra, com títulos como: Fique com a luz, Tudo pelo melhor, Se (sic) ligue em você, A vida de cada um, Advogado de Deus, Conversando contigo, Entre o amor e a guerra, Esmeralda, Espinhos do tempo, Nada é por acaso, Ninguém é de ninguém, O fio do destino, O matuto, O morro das ilusões, O mundo em que eu vivo, Para viver sem sofrer,Pare de sofrer, Quando a vida escolhe, Quando chega a hora, Quando é preciso voltar, Tudo tem seu preço, Tudo valeu a pena, Um amor de verdade. A grande questão que perdura, em se tratando de uma licitação para bibliotecas de escolas municipais de “ensino fundamental”, frise-se, é saber (1) que tipo de livros preexistem em tais bibliotecas; (2) quais os critérios para a aquisição de livros que, em sua totalidade, se se mostram inadequados para a promoção do saber das pessoas adultas, como compreender isso em relação ao ensino fundamental; nesse caso, é de salientar a constância da autora Bárbara Delinski com livros que enfatizam situações afetivas muito particulares, especialmente em relação à mulher, sugeridos por títulos como: Juntos na solidão, O lago da paixão, O lugar de uma mulher,Uma mulher misteriosa, Uma mulher traída; (3) por que razão são incluídos na compra livros como “Guinnes World Records 2006” que, como o próprio título sugere, é um texto que apenas registra fatos miraculosos, condicionados pelo tempo e que não acrescentam nenhum tipo de conhecimento; (4) também é questionável a aquisição de livro como “Chico Xavier – uma vida de amor”, de Ubiratan Machado, assim como “Quem ama educa” e “Homem cobra mulher polvo”, ambos de Içami Tiba; (5) surpreende, ainda, a aquisição de 150 (cento e cinqüenta) volumes do livro “Pedagogia do amor”, livro de bolso, de autoria de Gabriel Chalita. 4 Acredita-se que a compra de livros para o acervo de bibliotecas escolares é sempre um fator positivo, já que a leitura provoca uma atividade reflexiva e crítica com as naturais conseqüências na cultura. É estranhável, no entanto, a desatenção do poder público para com os desdobramentos que a compra de determinados livros põe em evidência: a absoluta falta de critérios, fazendo com que a própria literatura (são muito poucos os livros licitados que reforçam esse caráter) renuncie à suas prerrogativas de perenidade, sucumbindo à retórica da publicidade na valorização de livros que, rigorosamente, não contribuem para o desenvolvimento da vida intelectual e emocional. O que assusta, no caso da licitação referida, é o fato de que, no plano da inteligência e da capacidade de oferecer as condições racionais para o aproveitamento da leitura, avulta uma visão distorcida da humanidade que o LIVRO propõe, oscilante entre o irracionalismo e o misticismo, com a grosseira desqualificação dos valores e a conseqüente banalização do conhecimento. ____________________ Volnyr Santos é Doutor em Letras e professor de Língua Portuguesa e de Literaturas de Expressão Portuguesa.

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terça-feira, 28 de junho de 2011

Didáticos - Escolas não podem mais vender livros em Goiânia

Fonte: PublishNews - 04/02/2011 - Maria Fernanda Rodrigues

Instituições de ensino estão proibidas de vender material didático


Um pouco antes da virada do ano, em 27 de dezembro, o prefeito de Goiânia Paulo Garcia sancionou uma lei que proíbe “a comercialização de livros didáticos, paradidáticos, literários e técnicos, bem como materiais escolares e afins, nas instituições de ensino fundamental, médio e superior”. As livrarias festejam, e os pais, acostumados com a conveniência de comprar o material ali mesmo na escola, vão ter que gastar um pouco mais de tempo batendo perna atrás do material didático. Para ler a lei na íntegra... Fonte:

http://www.publishnews.com.br/telas/noticias/detalhes.aspx?id=61963

quarta-feira, 25 de maio de 2011

Guia De Produçao Para Plantas Medicinais, Aromaticas E Flores Comestiveis

ISBN 8579780403 Autor Mirian Stumpf Morelli
Formato:16x23cm - 252 págs Kg:0,445 Ano:2010
Guia De Produçao Para Plantas Medicinais, Aromaticas E Flores Comestiveis

ISBN:8579780403 EAN/ISBN-13:9788579780400 Plantas com tradição de uso na medicina popular têm seu lugar na história da humanidade. A tradição do seu uso levou os pesquisadores a buscar a verdade. A maioria delas estão em estado selvagem, sem cultivo, sendo o extrativismo a única forma de usá-las. As plantas aromáticas e medicinais que são cultivadas têm uma forma diferente do manejo das plantas para produção de alimento. Seu cultivo orgânico sem adição de adubos químicos e defensivos agrícolas faz parte do manejo de boas práticas culturais. As flores comestíveis sempre foram para que as pessoas as consumam como alimento, enfeite de receitas, sucos e chás. É necessário produzi-las de forma adequada ao consumo. Este livro aborda a descrição das plantas, seu cultivo e os ingredientes de interesse para o fabrico de fitoterápicos, como condimento e para a indústria de cosméticos e perfumaria.  

Valor: R$ 85,00

Pedidos: vendas@livrosbrasil.com.br